Morte de Kadafi consolida transição

Nova York e Paris (AE) - A morte de Muamar Kadafi, que governou a Líbia durante quase 42 anos (ele tomou o poder em golpe de Estado em 1º de setembro de 1969), repercutiu ontem entre as vítimas de supostos atentados maquinados pelo ex-governante, como também entre líderes europeus, africanos e das Américas. Vários deles, como o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, disseram que a morte do ex-governante representará uma "transição histórica" para a Líbia. "Nos próximos dias nós testemunharemos cenas de celebração, bem como o luto daqueles que perderam tanto", disse Ban na sede da ONU. "Vamos reconhecer imediatamente que este é apenas o fim do começo. O caminho pela frente para a Líbia e seu povo será difícil e cheio de desafios. Agora é hora de todos os líbios se unirem."
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