PRESIDENTE DO IPREV DIZ QUE “NÃO HOUVE APROPRIAÇÃO INDÉBITA E QUE O ACORDO DE PARCELAMENTO NÃO É ILEGAL”
Em entrevista, concedida na tarde de hoje á radialista Poliana Santos, na rádio 87,9 FM São Gonçalo, a presidente do Instituto de Previdência de São Gonçalo do Amarante, Élia de Barros, relatou e desmentiu boatos que circulam em redes sociais á respeito do órgão.
O regime de previdência própria é custeado pelo repasse do servidor e pelo repasse patronal. Seria apropriação indébita, se o prefeito tivesse feito os descontos dos contra-cheques dos servidores e não tivesse repassado esses valores ao IPREV, o que não aconteceu.
Élia relatou que os repasses deixaram de ser feitos entre os meses de setembro á dezembro do patronal, o que se configura que não houve apropriação indébita. “Mensalmente, o valor do servidor ele é repassado ao IPREV. Deixou de ser feito o repasse de Setembro á Dezembro do patronal. Isso não é apropriação indébita”, explicou.
Na lei que cria o IPREV, de número 53/2009, ela diz que fica ao chefe do poder executivo autorizado á promover quando houver o parcelamento de dívidas do município de São Gonçalo do Amarante com regime próprio da previdência social.
Para a presidente do IPREV, o acordo de parcelamento saiu tudo na legalidade e diz que isso não é uma realidade só de São Gonçalo e sim de muitos outros municípios.
“Isso acontece com evidência e que inclusive nas reuniões de gestores, isso é falado como uma coisa normal, natural. Infelizmente São Gonçalo tomou uma proporção e um contexto totalmente diferente do que é a real. Nós fizemos esse parcelamento na página do CADPREV, (Cadastro da Previdência), e esse parcelamento inclusive foi homologado, feito um termo de acordo de parcelamento e encaminhado para eles”, disse Élia.
Ela ainda faz um pedido pra quem tiver dúvidas, acessar a página do CADPREV e constatar a veracidade do fato. ” Se alguém tiver dúvidas, é só entrar na página do CADPREV e colocar o nome do Instituto de Previdência de São Gonçalo, você vai ver que esse parcelamento de dezembro, ele já foi aceito pelo ministério da previdência”, acrescentou.
Élia ainda diz que o Instituto de Previdência do município não tem interesse nenhum de esconder nada da sociedade. “Não temos nenhum interesse de esconder nada da sociedade. A gente teria que estar preocupado se estivéssemos fazendo qualquer coisa que não fosse correto. Nós estamos á disposição de qualquer pessoa que queira nos questionar e nem ninguém da nossa equipe teve interesse de uma coisa que não seja adequada. A gente nunca teve essa orientação do chefe do executivo”, finalizou.
fonte Anderson Souza.
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